• Projeto Bike the Track
    Bike the Track - Track the Bike

    • Financiado pelo Programa IEE - Intelligent Energy Europe - o projeto Bike the Track reune seis parceiros europeus (Portugal, Holanda, Dinamarca, Itália, Eslovénia, Bélgica) em torno de um ideal comum, avaliar de que forma a utilização de bicicletas como meio de locomoção, conjugando actividade física e lazer, pode ser analisado numa perspectiva de eficiência energética.

       

      É notório que a bicicleta é considerada o modo mais adequado de transporte para viagens de curta distância (2-5 km) que, particularmente nas áreas urbanas, se refletem muitas vezes em viagens de lazer. A promoção para uma cada vez maior utilização da bicicleta enquanto meio de locomoção, em substituição do automóvel, é um excelente meio para reduzir o uso de combustíveis fósseis e uma significativa contribuição para a utilização eficiente da energia.

       

      Atingir as metas estabelecidas e ir ao encontro das políticas europeias em termos de mobilidade sustentável, nos termos deste projeto, obriga à definição de metodologias específicas em termos de organização e logística, que passarão desde o envolvimento e colaboração da população residente, até à monitorização dos equipamentos.

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      Tendo como objetivo estratégico a promoção e o incentivo da utilização da bicicleta enquanto meio de locomoção, conjugando a atividade física e o lazer, o projeto Bike the Track persegue outros propósitos específicos de igual importância:

      • Obter a participação de cerca de 100 famílias no desenvolvimento do projeto;
      • Organização de dois eventos de dimensão regional, cujo denominador comum seja a bicicleta e a sua utilização para fins de lazer;
      • Sensibilizar a sociedade em geral para os impactos deste tipo de comportamentos em termos de consumos energéticos;
      • Reduzir a emissão  de gases de efeito estufa  em cerca de 10 480 ton, com o contributo de todos os parceiros;
      • Consciencializar a população para a extrema importância da necessidade de se mudarem mentalidades e atitudes, já que as viagens de lazer em bicicleta ocupam, cada vez mais, um lugar de destaque no comportamento de mobilidade;
  • Projeto SUM
    Mobilidade Urbana Sustentável

    • A Comissão Europeia, através do programa Interreg IVC, apoia o projeto SUM – Mobilidade Urbana Sustentável, cujo principal objetivo visa melhorar a sustentabilidade da mobilidade urbana nas cidades europeias.

      Este projeto conta com a participação de 14 parceiros que representam 9 países da União Europeia:

      • Município de Vigo (chefe-de-fila) - Espanha
      • ARGEM- Agência Regional de Energia de Múrcia  - Espanha
      • AREAL - Agência Regional de energia e Ambiente do Algarve - Portugal
      • Município de Messina - Itália
      • Município de Reggio Calabria - Itália
      • Município de Reggio Emilia - Itália
      • Município de Riga - Letónia
      • Município de Katowice - Polónia
      • Município de Vratsa - Bulgária
      • Município de Sofia - Bulgária
      • REAP - Agência Regional de Energia de Pazardjik  - Bulgária
      • Município de Amiens - França
      • Associação de Autoridades Locais de Skane - Suécia
      • Agência de Energia do Sudoeste da Suécia - Suécia 
      • Município de Essex - Reino Unido

      O transporte de pessoas e bens representa 32,6% da procura de energia final na Europa. A significativa dependência deste sector face ao petróleo, traduz a necessidade urgente de uma estratégia para reduzir esta taxa de dependência energética que, na Europa, sobe para 79,5% do total de energia primária consumida.

      Por outro lado, se se analisar o problema da mobilidade urbana, tudo é agravado pelas elevadas emissões de CO2 e outros poluentes, para além dos elevados níveis de ruído que ocorrem no centro das cidades. No entanto, a adoção de veículos elétricos e de outros meios “verdes” de transporte apresenta hoje grande potencial nas áreas urbanas.

      É nesta área que o Projeto SUM opera, com o intuito de promover a implementação de políticas locais e regionais direcionadas para a mobilidade urbana sustentável. 

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      Entrevista à Antena1 Oiça aqui.

      O objetivo geral do projeto SUM é contribuir para a promoção e consolidação dos meios de transporte sustentáveis​​, através da cooperação inter-regional. Neste sentido, a Comissão decidiu apoiar esta iniciativa através do programa Interreg IVC, onde a cooperação inter-regional assume o seu pleno significado e relevância.

      Este objetivo geral é dividido em quatro componentes principais:

      • Promover a partilha de conhecimentos e discussões sobre as melhores práticas regionais que beneficiem a mobilidade sustentável, criando uma maior conscientização ao nível da mobilidade urbana sustentável;
      • Aumentar o conhecimento de regiões com menos experiência em métodos mais saudáveis ​​de transporte, incentivando a partilha de boas práticas com regiões mais avançados neste domínio;
      • Especificar  um plano de ação e respectivas etapas em cada região, como resultado do projeto.
  • Projeto MEDEEA
    Implementação do Prémio Europeu de Energia

    • projeto MEDEEA - “Mediterranean Implementation of the European Energy Award” consiste na avaliação e atribuição do Prémio Europeu de Energia (eea®) a cidades que apresentem um rótulo de notáveis esforços ao nível da governação em matéria de energia (especialmente eficiência energética). 

      Prémio Europeu da Energia (eea®) permite aos municípios identificar fraquezas ou pontos fortes, assim como o potencial de melhoria e, acima de tudo, de implementação de medidas efetivas em matéria de eficiência energética.

      Fazem parte do Projeto MEDEEA nove parceiros de sete países diferentes, nomeadamente ARELiguria (chefe de fila) e ALESSCO de Itália, AREAL de Portugal, MIEMA de Malta, a Administração Descentralizada de Creta da Grécia (REAC), Agência de Energia de Chipre (CEA), Associação de Municípios e Cidades da Eslovénia (SOS) e ARGEM e AGENER de Espanha.

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      Boletim Técnico

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      Para mais informações visite o website oficial - www.interregmedeea.eu.

      EEA® recompensa planos de energia municipal integrados e atividades específicas que tenham como objetivos:

      - Premiar Municípios através da ferramenta European Energy Award® (eea®)

      - Alcançar a meta energética europeia dos “20-20-20” para as regiões do mediterrâneo

      - Promover a adesão ao Pacto dos Autarcas

      - Dotar os Municípios de um plano estratégico de energia e mobilidade

  • Projeto Retaler II
    Rede Transfronteiriça de Autoridades Locais em Energias Renováveis

    • Projeto “Rede Transfronteiriça de Autoridades Locais em Energias Renováveis – RETALER II", promove o desenvolvimento das zonas fronteiriças entre Portugal e Espanha, reforçando as relações económicas e a cooperação entre autoridades locais na área das energias renováveis, através da transferência de boas práticas, metodologias inovadoras, bem como da definição de políticas conjuntas.


      Este é um Projeto financiado pelo Fundo Europeu do Desenvolvimento Regional (FEDER), mais concretamente através do quadro do Programa Operativo de Cooperação Transfronteiriça Espanha-Portugal (POCTEP) 2007-2013. 

       

      Geograficamente, o projeto RETALER II abrange a maior parte das NUTS II e NUTS III fronteiriças entre Espanha e Portugal, com uma superfície total de 132.146 km2. A população que irá beneficiar das ações promovidas no âmbito do Projeto situa-se perto dos 4.500.000 habitantes.

      Boletim Técnico

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      Saiba mais em http://web.dip-badajoz.es/proyectos/retaler2

      - Diversificação das atividades nas zonas para prevenir a sua despovoação;
      - Solução dos problemas ambientais e de tipo ecológico que se manifestam particularmente nas zonas rurais;
      - Desenvolvimento de redes interativas transfronteiriças;
      - Implantação de modelos sustentáveis de ordenamento do território.

  • Projeto Enerintown
    Monitorização e controle do consumo energético em edifícios municipais através da internet

    • Tendo por base a máxima de que “informação é poder”  este projeto teve como objetivo a monitorização dos consumos energéticos via internet.  Através da informação sobre os diferentes tipos de consumo pretende-se potenciar a identificação de deficiências e por esta via incrementar a eficiência energética.

      Este projeto foi objeto de diversas parecerias, juntando à AREAL e ao Instituto Superior Técnico, por Portugal, entidades similares de países como a Espanha, a Grécia, a Alemanha, a Irlanda, a Lituânia, a Itália e a França.

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  • Projeto GIE 2
    Gestão Integrada de Energia

    • Reunindo 3 agências regionais de energia: a Areal, a agência do Centro e Baixo Alentejo e a agência de Sevilha, este projeto visou a integração das respectivas províncias na estratégia europeia de poupança e eficiência energética. Por esta razão foi apoiado pelo programa INTERREG IIIA – Cooperação Transfronteiriça Portugal/Espanha.

      Tratou-se de reconhecer os recursos energéticos renováveis das várias regiões visando não apenas a sua utilização racional mas também a constatação da insustentabilidade do ponto de vista ambiental, reforçando a necessidade de enverter a tendência de contaminação ambiental.

      No caso concreto da AREAL, desenvolveram-se estudos de otimização energética e foram tomadas medidas concretas relativamente à iluminação pública, colocando lâmpadas mais eficientes e instalando equipamentos reguladores de potencia e fluxo luminoso.

      - Iluminação Pública:
                - Lâmpadas mais eficientes (Município de Vila Real de Stº António)
                - Reguladores de Fluxo (Município de Loulé)
      - LED’s:
                - Um circuito de semáforos (Município de Lagos)
      - Energia Reactiva:
                - Instalar Baterias de Condensadores (Piscinas Municipais de Loulé)
      - Auditorias Energéticas:
                - 6 Edifícios Públicos Municipais
      - Energia Solar Térmica
                - Implementar painéis solares para aquecimento de águas na Piscina Municipal de Castro Marim

  • Projeto Matriz Energética do Algarve

    • A Matriz Energética do Algarve pretende ser uma ferramenta de análise quantificada dos consumos energéticos de todos os concelhos algarvios, bem como da emissão de gases com efeito de estufa, de forma a apoiar resoluções futuras de decisores públicos e privados.

      Para além da caracterização dos consumos, das tendências de evolução e da criação de rumos inovadores, a Matriz Energética do Algarve permite reconhecer oportunidades de implementação de novos projectos de energias renováveis e de eficiência energética, como foi o caso do apoio ao programa de Revitalização das Aldeias do Algarve.

      - Potenciar o investimento e a inovação em tecnologias energéticas eficientes, com benefícios aliados à competitividade;
      - Proporcionar a diversificação das fontes de energia e o aproveitamento dos recursos endógenos, como propõe a resolução do Conselho de Ministros nº 63/2003 de 28/04/2003 e o Programa E4, em acordo com a politica geral da União Europeia
      - Caracterização do consumo de: electricidade, GPL, gás natural e combustíveis líquidos, por concelho e por setores económicos;
      - Evolução do consumo de energia per capita e em cada concelho da região;
      - Comparações dos indicadores obtidos com os restantes concelhos do pais e com os europeus;
      - Quantificação dos GEE’s por concelho e da região.

  • Projeto Solareal

    • Portugal é um dos países da Europa com maior disponibilidade de radiação solar, podendo a energia solar constituir  um dos vectores mais importantes da sustentabilidade do pais e, mais concretamente, do Algarve.

      O projeto SOLAREAL tem como objectivo central a promoção da energia solar térmica para a produção de água quente no Algarve, através da compilação de dados e da construção de uma base que sirva de apoio aos decisores públicos e privados.

      Outro dos vectores deste projeto é divulgação de informação relativa aos incentivos financeiros existentes e, também, da tecnologia mais recente em termos de equipamentos e instalações de qualidade.

      Apoiado pelo Programa INOVAlgarve este projecto foi desenvolvido pela AREAL em parceria com várias empresas algarvias dedicadas à importação e instalação de Painéis Solares nesta região.

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      Abrangendo essencialmente câmaras municipais, juntas de freguesia, estabelecimentos de ensino e entidades privadas como construtores civis, arquitetos ou hoteleiros, este projecto acaba por chegar ao público em geral.

      O Projeto SOLREAL contribui para:
      - a redução da dependência energética da região e do país, aumentando a contribuição das energias renováveis;
      - a redução da emissão de gases associados aos combustíveis fósseis com efeito de estufa (GEE’s), indo ao encontro das politicas gerais da  União Europeia;
      - a criação e desenvolvimento de uma nova atividade económica com impato na industria, no comércio e consequentemente no emprego;
      - a valorização e divulgação de um Algarve “mais verde”;
      - a melhoria da qualidade de vida e a poupança privada.

  • Projetos Eletrificação de Montes Isolados

    • O projeto de eletrificação de montes isolados na serra Algarvia através de meios convencionais e de meios fotovoltaicos pretendeu proporcionar aos seus habitantes, tendencialmente idosos, uma qualidade de vida idêntica à dos habitantes da orla costeira do Algarve.

      Com efeito são inúmeras as carências destes habitantes devidas à falta de energia pois ainda dependem do petróleo ou do gás para a iluminação, ou a conservação dos alimentos.

      Este projeto contribuiu para que a Região do Algarve pudesse quantificar o investimento necessário à instalação de sistemas de alimentação fotvoltaica autónomos, mas também teve particular importância na estratégia de implementação de sistemas de produção de energias renováveis numa zona com elevado potencial.

      Concluiu-se que é bastante mais vantajoso implementar sistemas solares fotovoltaicos em zonas isoladas por variadas razões, a saber:
      - têm maior fiabilidade porque não têm peças móveis;
      - têm fácil portabilidade e adaptabilidade o que permite montagens simples e adaptáveis a várias necessidades energéticas;
      - têm um baixo custo de operação uma vez que a manutenção é quase inexistente porque não necessitam de combustível, nem transportes ou trabalhadores com alta qualificação;
      - Em comparação com a alimentação convencional, a alimentação fotovoltaica tem um menor custo para 50 dos 69 Montes analisados;
  
      - A energia fotovoltaica tem vantagens ao nível ecológico uma vez que a sua produção evita as emissões de CO2;
  
      - A instalação de energia solar fotovoltaica é economicamente viável para montes isolados com distâncias superiores a 1000m do PT mais próximo (isto se o monte em questão apresentar apenas uma habitação).

      - Encontrar as soluções mais económicas para fornecer energia elétrica aos montes isolados da Serra Algarvia;
      - Elaborar um estudo de forneciento de energia elétrica aos montes isolados da Serra e Barrocal Algarvio, baseado em sistemas alternativos fotovoltaicos, com um mínimo de qualidade e fiabilidade;
      - Comparar técnico-economicamente a eletrificação dos montes isolados, por meios convencionais e por meios fotovoltaicos;
      - Melhorar as condições de vida dos habitantes;
      - Fixar os recursos humanos locais, impedindo o êxodo demográfico para as cidades.

        

  • Projeto GIE 1
    Gestão integrada de energia.

    • O Projeto GIE 1 teve como finalidade a integração das zonas objecto de estudo na estratégia de poupança e eficiência energética desenhada pelas entidades europeias e pelo Estado Português. Através dele pretendeu-se promover a eficiência energética pela diversificação das fontes de abastecimento energético, procurando aproveitar aquelas que são renováveis.

      Apoiado pelo Programa INTERREG III A – Cooperação Transfronteiriça Portugal/Espanha, este projeto estendeu-se a 3 zonas geográficas, cada uma representada pelas respetivas agências de energia:  AREAL - Agência Regional de Energia e Ambiente do Algarve, a Agência Regional de Energia do Centro e Baixo Alentejo e a Agência de Energia de Sevilha.

      No nosso caso foram desenvolvidos estudos de optimização energética e tomadas medidas concretas no caso da iluminação pública com a colocação de lâmpadas mais eficientes nos municípios algarvios e a instalação de equipamentos reguladores de potencia e fluxo luminoso.

      Galeria de fotos Projeto GIE

      Iluminação Pública :

      - Lâmpadas mais eficientes nos Municípios Algarvios;

      - Reguladores de Fluxo  na Praça junto da C. M. de Tavira

       

      LED’s: Um circuito de semáforos no Cruzamento em Albufeira

       

      Energia Reativa:

      - Instalar Baterias de Condensadores para eliminar a faturação em Energia Reativa nas Piscinas da C.M. de Castro Marim;

      - 2 Edifícios Públicos Municipais;

      - Reduzir entre 10 a 15% a faturação energética nos edifícios estudados

       

      Auditorias Energéticas: Reduzir em 10% o consumo energético no Edifício Sede da C.M. de Vila Bispo.

       

      Auditorias energéticas:

      - Implementar (aumentar) um sistema de energia renovável que consiga representar pelo menos 3% do total no Pavilhão Gimnodesportivo de Aljezur através dos painéis solares  para aquecimento das águas dos balneários;

      - Elaborar um manual de otimização energética para os edifícios

      Energia solar térmica: Implementar painéis solares para aquecimento de água no Pavilhão Gimnodesportivo do Município de Aljezur.

  • Projeto AGATA
    Planeamento integrado de transportes e gestão da mobilidade.

    • Enquadramento

      O Projeto AGATA promoveu o estudo das necessidades de mobilidade nas áreas urbanas e sub-urbanas do Algarve. O seu objectivo principal foi a promoção de políticas e instrumentos que impulsionassem a mobilidade sustentável nesta região tendo em conta o seu perfil claramente sazonal.

      O Projeto AGATA visou também a integração das novas tecnologias de informação como a internet, o GPS ou as comunicações móveis na gestão e planeamento de transportes. Para além de permitirem reduzir o consumo de energia (40% da energia consumida em Portugal destina-se aos transportes) estes recursos também contribuem para a redução dos níveis de poluição produzidos.

       

      Resultados esperados

      - Criação de um sistema de mobilidade inovador e adequado à baixa e dispersa procura, caraterística das zonas em estudo;

      - Fácil acessibilidade a serviços básicos, como Centros de Saúde, Terminais Rodoviários e Ferroviários, de forma rápida e eficaz;

      - Diminuição da utilização do transporte individual e, consequentemente, dos níveis de poluição sonora e atmosférica e dos consumos de energia - meta a atingir para cumprir o protocolo de Quioto;

      - Utilização de veículos adequados a pessoas de mobilidade reduzida, permitindo o transporte de todos os habitantes interessados;

      - Escolha do veículo mais adequado para o serviço em termos de consumos de energia e emissões sonoras e atmosféricas - tipo de propulsão e combustível.

      Galeria de fotos Projeto Agata

      Objetivos estratégicos

      - Estudar as necessidades de mobilidade de áreas urbanas e sub-urbanas para definir políticas e instrumentos que fomentem a mobilidade sustentável em concordância com as necessidades das regiões estudadas;

      - Estudar a potencial utilização de tecnologias de informação na gestão da mobilidade em tempo real para otimizar as deslocações e conseguir ganhos energéticos e ambientais;

      - Utilizar tecnologias de informação como a Internet, o GPS ou as comunicações móveis na gestão de transportes criando novas formas de planeamento;

      - Reduzir o elevado consumo de energia no sector dos transportes em Portugal, e em particular no Algarve, onde as necessidades de mobilidade apresentam um perfil claramente sazonal.

  • Projeto ENERSUR
    Fomento de ações transfronteiriças de energias renováveis e eficiência energética no sudoeste da Península Ibérica

    • O Projeto ENERSUR foi desenvolvido em conjunto pela Região do Algarve, pela Província de Huelva e pela Comunidade Autónoma da Extremadura (províncias espanholas de Badajoz e Cáceres).

      Este projeto enquadrou-se no âmbito do Programa Interreg III A, Subprograma 6, Eixo2, Medida 2.3. e Visou fomentar a cooperação transfronteiriça no desenvolvimento das energias renováveis estimulando a troca permanente de informações, tecnologias, experiências e boas práticas no geral, a implementar nas 3 regiões.

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      Partindo das amplas semelhanças dos três territórios afectados por este projecto, e dos fortes vínculos históricos existentes entre as suas respetivas sociedades, procurou-se implantar nestas zonas o uso de fontes de energia renovável em vez das procedentes de recursos fósseis.

      Este projeto pretendeu promover o autoabastecimento energético, uma vez que estas regiões possuem amplos potenciais para o desenvolvimento das energias renováveis.